Som para eventos
Aluguer de som em Sevilha, montado e testado
Dizemos-lhe que equipamento o seu evento precisa, levamo-lo, montamo-lo e deixamo-lo a funcionar. Desde duas colunas para uma comunhão até um sistema completo para vários milhares de pessoas.
- Zona
- Sevilha e província
- Montagem
- Incluída
- Técnico
- Orçamentado à parte
- Resposta
- Menos de 24 h
Por onde começar
O que é exatamente alugar som
Quase ninguém que nos liga sabe quantos watts precisa, e não tem de saber. O que sabe é quantas pessoas vêm, onde e o que vai acontecer. Com isso dimensiona-se um equipamento.
Um equipamento de som para eventos não é «uma coluna grande». É uma cadeia: uma fonte (microfones, um portátil, um DJ, uma banda), algo que mistura e corrige essas fontes, e umas colunas que distribuem o resultado pelo espaço com o nível adequado. Se qualquer elo estiver mal escolhido, nota-se: a voz não se percebe, a música soa fraca, ou há zonas do recinto onde não chega nada.
O que está incluído no aluguer
Nos nossos orçamentos, o transporte, a montagem, a cablagem, o teste de som e a recolha estão incluídos, salvo indicação em contrário. O que é orçamentado à parte é o técnico que fica durante o evento, e só quando é realmente necessário. Explicamos tudo no guia sobre o que inclui e o que não inclui um aluguer de som.
As três perguntas que decidem tudo
- Quantas pessoas? Não para impressionar, mas porque o público absorve som e obriga a subir o nível. Cem pessoas numa sala e cem pessoas num jardim não pedem o mesmo.
- Interior ou exterior? No interior, as paredes devolvem energia e o problema costuma ser a reverberação. No exterior, nada lhe devolve coisa nenhuma: é preciso mais equipamento para o mesmo resultado.
- O que vai soar? Um discurso precisa de inteligibilidade e poucos graves. Um DJ precisa de subgraves e impacto. Uma banda ao vivo precisa, além disso, de monitores no palco e de muitos mais canais de mesa.
Material
O que alugamos, peça a peça
Cada ficha explica para que serve realmente esse material, quando compensa e o que se costuma pedir com ele. Se não sabe por onde começar, comece pelas colunas.

Colunas
Colunas
Ativas e passivas, com tripé e cablagem. A base de qualquer montagem, de uma comunhão a uma caseta (barraca de feira).
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Grande formato
Line array
Quando o recinto é comprido ou a lotação é grande e é preciso que soe igual na fila 3 e na fila 30.
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Graves
Subgraves
O que transforma «ouve-se a música» em «dança-se a música». Imprescindível com DJ.
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Controlo
Mesas de mistura
Analógicas para o que é simples, digitais quando há muitos canais, cenas ou stagebox.
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Voz
Microfones
De mão, de instrumento, de ambiente e de mesa. A peça mais barata e a que mais eventos salva.
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Sem fios
Microfones sem fios
De mão, de bolso (beltpack), de cabeça (headset) e de lapela, com frequências coordenadas para não interferirem entre si.
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Palco
Monitores de palco
Para que quem canta se ouça. Sem isto, um concerto ao vivo desafina logo no primeiro tema.
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Voz pública
Sonorização / megafonia
Atos, pregones (proclamações festivas), procissões e desporto: cobertura ampla e palavra percetível, sem música.
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DJ
Equipamento de DJ
Cabine completa: leitores, misturadora, monitor de cabine e saída para o PA pronta.
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Dimensionar
Como se escolhe o equipamento sem falar de watts
Os watts do folheto dizem pouco. O que manda é a área a cobrir, a distância até ao último convidado e o tipo de música.
Um sistema dimensiona-se pela cobertura e pela margem. Cobertura é o som chegar a toda a gente com um nível semelhante; margem é o equipamento trabalhar com folga, sem andar no limite a noite inteira. Um equipamento à justa soa mal mesmo que o número de watts bata certo: distorce, comprime e cansa o ouvido em meia hora.
Interior versus exterior
Numa sala fechada o problema raramente é a potência, é a reverberação. Aí convém menos nível e melhor apontado: colunas mais baixas, mais perto do público e com os graves controlados, ou a voz transforma-se numa papa. Ao ar livre passa-se o contrário: cada metro que o público se afasta custa energia, e a partir de certa distância duas colunas em tripé já não dão mais de si. É nesse ponto que entra o line array ou um sistema distribuído.
O que muda consoante o que vai soar
Para discursos, entregas de prémios e apresentações chega um sistema modesto e muito bem equalizado; o importante são os microfones e evitar o feedback (explicamos-lhe como se evita de verdade). Para dançar são precisos subgraves e alguma reserva. Para uma banda ao vivo multiplica-se tudo: mais canais, monitorização, linhas de palco e, quase sempre, backline. Se a banda lhe enviou um rider e não o percebe, explicamos aqui como o ler sem ser técnico.
A corrente elétrica, que se esquece sempre
Antes de fechar uma montagem perguntamos pela tomada elétrica. Um jardim com uma extensão vinda da cozinha não aguenta um sistema com subgraves e iluminação. Se o local não tiver quadro elétrico suficiente, prevê-se um gerador — aqui fica a conta de quantos kW precisa — ou opta-se por equipamentos a bateria.
Referência rápida
O que se costuma montar em cada caso
É uma orientação, não uma tabela de preços. O espaço manda: um pátio estreito e uma praça aberta com a mesma lotação pedem montagens diferentes.
| Lotação | Utilização típica | Ponto de partida habitual |
|---|---|---|
| Até 50 pessoas | Voz e música ambiente | Uma coluna ativa com tripé, mesa pequena e um microfone |
| 50 – 150 | Celebração com dança | Duas colunas, um subgrave, mesa e dois microfones sem fios |
| 150 – 400 | Festa, caseta (barraca de feira) ou verbena (festa popular) | Sistema frontal com subgraves, mesa digital e monitor de cabine |
| 400 – 1.000 | Ao vivo ou concerto | PA dimensionado, monitorização de palco, mesa de 32 canais e técnico |
| Mais de 1000 | Festival ou grande recinto | Line array com subgraves, controlo na sala e equipa técnica completa |
Erros frequentes
O que mais vezes corre mal
Pedir potência e esquecer os microfones. A maioria dos sustos num evento vem do lado da voz: um microfone que fica sem pilhas a meio do discurso, um headset mal colocado, dois sem fios na mesma frequência. Custa pouco prevenir e arruína o ato se não se prevenir.
Montar no próprio dia de manhã. Se o evento começa às 20h00 e o acesso ao espaço só é possível às 19h00, não há teste de som, há improviso. Quando o local obriga a isso, dizemo-lo antes e ajustamos a montagem para que seja realista.
Não perguntar pelo limitador. Muitas salas, casetas e espaços fechados de Sevilha têm limitador acústico, e um equipamento sobredimensionado passa o evento a cortar. Vale a pena verificar antes se é obrigatório no seu caso e que margem real deixa, além da regulamentação do ruído do município.
Deixar o material ao relento. Nem a chuva nem o sol de agosto às quatro da tarde são amigos de um amplificador. No exterior, prevê-se tenda, cobertura ou palco coberto desde o orçamento, não na véspera.
Reservar tarde. A Feria, maio, junho, setembro e o Natal enchem primeiro. Aqui ficam os prazos reais de reserva por época.
Como trabalhamos
O que vem com o equipamento
Aconselhamo-lo antes de orçamentar
Perguntamos pelo espaço, pelo horário e pelo que vai acontecer. Se com menos equipamento se resolve, dizemo-lo, mesmo que o orçamento baixe.
Transporte e montagem incluídos
Levamos, montamos, fazemos a cablagem com ordem e recolhemos no fim. Não tem de carregar nada nem de procurar carrinha.
Teste de som antes da hora
Ajustamos ganhos, equalização e cobertura antes de chegar o primeiro convidado, não enquanto chega.
Material revisto antes de sair
Cada equipamento é verificado no armazém antes de ser carregado. Os microfones saem com pilhas novas.
Reserva no que é crítico
Em eventos que não podem parar levamos em duplicado o que pode falhar: microfonia, cablagem e uma via de emergência.
Um único interlocutor
Fala com quem vai montar o seu evento, não com um comercial que passa o recado.
Todo o catálogo de som
Material de som para alugar em Sevilha
Todas as páginas de som, para entrar na que lhe interessar.
Perguntas frequentes
Dúvidas habituais antes de alugar som
Podem dizer-me um preço por telefone?
Um intervalo indicativo, sim, assim que soubermos a lotação, a localidade e o horário. O preço fechado enviamos-lho por escrito em menos de 24 h úteis, porque muda muito se for preciso subir material sem elevador, se a montagem for na noite anterior ou se for necessário gerador. Em preços e orçamentos explicamos o que encarece uma montagem.
Posso alugar só o equipamento e montá-lo eu?
Sim, em material simples: um par de colunas com tripé, uma mesa pequena e microfones. Entregamo-lo testado e explicado. Em line array, sistemas suspensos, truss ou qualquer montagem em altura, montamos nós: é uma questão de segurança, não de negócio.
É preciso técnico durante o evento?
Depende. Para música ambiente e dois microfones, não. Para concertos ao vivo, congressos com vários oradores ou qualquer ato com muitas mudanças, sim. Desenvolvemos o tema em som com técnico.
Trabalham em toda a província?
Sim. Saímos da cidade de Sevilha e chegamos no mesmo dia às localidades da província. Veja a sua localidade em zonas de serviço.
E se o equipamento falhar a meio do evento?
Para isso levamos material de substituição do que costuma falhar e, se houver técnico, resolve-se sem que o público se aperceba. Se não houver técnico, deixamos o sistema configurado de forma simples e um telefone operacional durante todo o evento.
Podem tratar também da iluminação e do ecrã?
Sim, e fica melhor assim: o mesmo camião, a mesma equipa de montagem e uma só fatura. Tem iluminação e audiovisual nas respetivas secções.
Material
O equipamento, montado e com cablagem
Assim é o material de que fala esta página e assim fica quando está montado.
Fale-nos do seu evento e dizemos-lhe o que precisa
Data, localidade e número de convidados. Com isso já o orientamos, e o orçamento sai em menos de 24 horas.
